O recorde datava da longínqua temporada de 1907/08, ano em que o United brindou com quatro ou mais golos marcados em quatro jogos seguidos os seus adversários - no caso, Chelsea, Nottinghan, Newcastle e Blackburn foram as vítimas. Ontem, Nani, Ronaldo e companhia mostraram que os recordes existem para se quebrar. O Middlesbrough que o diga! Antes de o "Boro" entrar na festa de Old Trafford, já o Manchester, consequência dos últimos três triunfos folgados - sempre apontando quatro golos a Wigan (4-0), Aston Villa (4-1) e Dínamo de Kiev (4-2) - conhecia a inevitabilidade de nova goleada. Se repetissem a chapa quatro, os meninos de Ferguson escreviam
o seu nome na história. E, claro está, nem hesitaram em fazê-lo... com pronúncia portuguesa. O golo madrugador de Nani, logo aos 03', com um tiro de fora de área, era o prenúncio de um dia para mais tarde recordar. E nem o tento do empate, por Alladiére, demoveu as intenções do Manchester. Nani, outra vez ele, aproveitou para roubar a bola a Downing em zona proibida, serviu Rooney e... 2-1. Old Trafford sentiu que nada poderia parar o ímpeto ofensivo e a eficácia dos donos da casa. A segunda parte prometia festa, desta feita abrilhantada por um astro argentino. Tevez bisou, aos 54' e 82', e carimbou a entrada do Manchester United versão 2007/08 para o livro de fábulas do clube inglês. Ronaldo, deste vez, até ficou em branco, aliás tal como o ex-portista Andersson, também ele titular e muito interventivo na partida. Com o triunfo ontem arrancado, o United subiu, ainda que à condição, ao primeiro lugar, ficando à espera do resultado do Arsenal, que apenas hoje visita o Liverpool. Chelsea dá meia dúzia Imparável, depois do cinzentismo que algumas exibições, esteve o Chelsea, goleando em Londres o Manchester City, de Eriksson, por 6-0. Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira jogaram os 90', mas foram Didier Drogba, Joe Cole e Frank Lampard, núcleo próximo de Mourinho, as estrelas mais cintilantes do conjunto de Stamford Bridge. Michael Essien, aos 16', Drogba, aos 31' e 57', Joe Cole, aos 62', Kalou, aos 75' e Shevchenko, em cima do apito final, foram os autores dos golos da robusta vitória dos blues. |
Fonte de imformação : DNOnline (adaptado por:Mafalda Galhofo)
Perfeito mais perfeito?
o seu nome na história. E, claro está, nem hesitaram em fazê-lo... com pronúncia portuguesa. O golo madrugador de Nani, logo aos 03', com um tiro de fora de área, era o prenúncio de um dia para mais tarde recordar. E nem o tento do empate, por Alladiére, demoveu as intenções do Manchester. Nani, outra vez ele, aproveitou para roubar a bola a Downing em zona proibida, serviu Rooney e... 2-1. Old Trafford sentiu que nada poderia parar o ímpeto ofensivo e a eficácia dos donos da casa. A segunda parte prometia festa, desta feita abrilhantada por um astro argentino. Tevez bisou, aos 54' e 82', e carimbou a entrada do Manchester United versão 2007/08 para o livro de fábulas do clube inglês. Ronaldo, deste vez, até ficou em branco, aliás tal como o ex-portista Andersson, também ele titular e muito interventivo na partida. Com o triunfo ontem arrancado, o United subiu, ainda que à condição, ao primeiro lugar, ficando à espera do resultado do Arsenal, que apenas hoje visita o Liverpool. Chelsea dá meia dúzia Imparável, depois do cinzentismo que algumas exibições, esteve o Chelsea, goleando em Londres o Manchester City, de Eriksson, por 6-0. Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira jogaram os 90', mas foram Didier Drogba, Joe Cole e Frank Lampard, núcleo próximo de Mourinho, as estrelas mais cintilantes do conjunto de Stamford Bridge. Michael Essien, aos 16', Drogba, aos 31' e 57', Joe Cole, aos 62', Kalou, aos 75' e Shevchenko, em cima do apito final, foram os autores dos golos da robusta vitória dos blues. |Fonte de imformação : DNOnline (adaptado por:Mafalda Galhofo)
Perfeito mais perfeito?
Não há!
Sem comentários:
Enviar um comentário